Reunião CORECON Acadêmico - 08/dezembro/2012

>> quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

No próximo sábado, 08/12, ocorrerá Reunião CORECON Acadêmico, às 9h, na sede do CORECON-GO (Rua 86, 617- Setor Sul).


Na pauta estão o processo de eleição para a gestão 2013; retrospectiva e avaliação dos projetos de 2012; esboço de novos projetos; entre outros.

PARTICIPE!

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SEMINÁRIO DE ECONOMIA - O DESENVOLVIMENTO ANGOLANO

>> terça-feira, 4 de dezembro de 2012


O Seminário de Economia retoma suas atividades com a participação de dois professores da Universidade Agostinho Neto, de Angola. Os professores irão discutir sobre o desenvolvimento de Angola e o papel do Banco de Desenvolvimento de Angola para o país. O seminário será nesta quarta feira às 19 horas no auditório da Faculdade de Letras.
Os professores Pedro Pereira e Fernando Vunge, ambos da Universidade Augostinho Neto de Angola, irão participar do Seminário de Economia desta semana sobre o desenvolvimento recente de Angola. O convite dos professores é uma iniciativa do Nepec - Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas da UFG.
Data: 05/12/2012
Horário: 19:30h
Local: Auditódio da Faculdade de Letras
Os Seminários de Economia são gratuitos e fornecem horas de atividades complementares para os estudantes.

O Papel do Banco de Desenvolvimento de Angola no Desenvolvimento do país
Fernando Francisco Vunge - Doutor em Economia pela Universidade de Sevilha. Professor de Macroeconomia da Universidade Augostinho Neto e Técnico Superior Sénior do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA)

Angola: Desafios e Perspectivas
Pedro Carmo M. Pereira - Doutor em Economia pela Universidade Autónoma de Madrid. Professor de Desenvolvimento Econômico e Finanças Públicas da da Universidade Augostinho Neto e atuou como Técnico Superior do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA)

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Prêmio Jabuti 2012

>> sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Já apresentamos no Blog Corecon Acadêmico uma lista com os livros de economia vencedores do Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro - CBL, desde 2000. (Veja aqui)

Neste ano, a 54ª edição do Jabuti premiou os seguintes livros na categoria Economia, Administração e Negócios:

                                       


1º Lugar - APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL NO BRASIL
Arilda Schmidt Godoy; Claudia Simone Antonello

Uma coletânea de textos de pesquisadores reconhecidos, oferece uma ampla visão da aprendizagem organizacional e de temas relacionados ao conhecimento em organizações no Brasil.

Conta com a contribuição de dois professores convidados que atuam internacionalmente nesta área de pesquisa.

Além de sistematizar textos predominantemente conceituais que abordam o atual debate, busca demonstrar o desenvolvimento de trabalhos nacionais e apresentar temas futuros que cobrem tópicos relacionados à Aprendizagem Organizacional e ao Conhecimento Organizacional.




2º Lugar - A GESTÃO DA AMAZÔNIA: AÇÕES EMPRESARIAIS, POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTUDOS E PROPOSTAS
Jacques Marcovitch

Claro e concreto na abordagem da complexidade amazônica, este livro tem como foco a gestão do grande bioma em seus múltiplos aspectos. Expõe fluentemente as questões dominantes no debate interno ou externo sobre os seus principais desafios: biodiversidade, riqueza hídrica, idéias e projetos, desmatamento, conflitos, quadro social, estratégias empresariais. Isso é feito com inteligibilidade pedagógica – traço marcante da obra do autor e cada vez mais necessária na comunicação de políticas públicas.




3º Lugar - EMPRESAS PROATIVAS - COMO ANTECIPAR MUDANÇAS NO MERCADO
Leonardo Araújo; Rogério Gava

Neste livro, Araújo e Gava reforçam a idéia de que "nenhuma empresa é proativa por acaso", apontando as oito capacidades que devem ser desenvolvidas para que se pratique uma verdadeira "gestão proativa". Através de uma linguagem objetiva, os autores mostram como o mecanismo da antecipação pode ser posto em prática, oferecendo um modelo valioso repleto de ferramentas para a aplicação gerencial. Ao longo dos capítulos os leitores encontrarão depoimentos de vários CEOs de empresas bem sucedidas, mostrando a visão desses líderes sobre a proatividade de mercado e sua importância no cenário dos negócios. Além disso, os autores fornecem casos de sucessoem proatividade de mercado de empresas como Fiat, Whirlpool, Pepsico, Tetrapak, Localiza, IBM e Danone, que completam essa perspectiva prática e ajudam o leitor a compreender como tais empresas anteciparam a mudança no mercado, ilustrando as ações e decisões que nortearam sua estratégia proativa. Trata-se de um livro instigante que desafia os gestores que querem ir além de respostas simples às demandas dos clientes e aos movimentos da concorrência. Um roteiro indispensável e atual para a empresa visualizar o futuro e competir nesses tempos de incerteza.

Fora a categoria a qual nos referimos, damos destaque a outros títulos vencedores em outras categorias, sendo estes, relevantes ao profissional e ao estudante de ciências econômicas.

Vencedor na categoria Ciências Humanas:

A POLÍTICA DA ESCRAVIDÃO NO IMPÉRIO DO BRASIL, 1826-1855
Tâmis Parron

Um dos principais méritos deste livro é demonstrar que a abolição do tráfico internacional de escravos, em 1831, não foi uma lei para inglês ver. A partir desse momento, abriu-se caminho para o que iria culminar na extinção da escravidão brasileira, abolida definitivamente em 1888.

O leitor vai acompanhar a construção política dessa evolução histórica e desvendar os laços que uniram intimamente a política e a escravidão no Império do Brasil. Uma pesquisa abrangente, que supera a maior parte dos trabalhos sobre o assunto.




Vencedor na categoria Reportagem e livro do ano de não-ficção:


SAGA BRASILEIRA - A LONGA LUTA DE UM POVO POR SUA MOEDA 

Miriam Leitão

Da hiperinflação ao plano Real, passando pelos congelamentos, planos que não passavam de um verão e o confisco do governo Collor, Miriam Leitão mostra como os brasileiros sofreram até a estabilização da moeda.  Um livro definitivo sobre a história econômica recente do país – já esquecida pelas novas gerações.




Miriam Leitão comentou sobre a premiação ''Quis escrever um livro sobre um país buscando seu caminho. Às vezes, escrevia chorando, era um momento muito dramático. Só eu para chorar com um livro de economia. Isto aqui está além dos meus sonhos e da minha imaginação''*

Comentário retirado de Livros e Pessoas


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VAGAS DE ESTÁGIO

>> quarta-feira, 28 de novembro de 2012




Vagas disponíveis em Goiânia e Aparecida de Goiânia
SESI - SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA
Contato: (62) - 3219-1300 ou pelo e-mail: mateusmariano@sistemafieg.org.br  
Endereço: Rua 227 - A - N° 95 - Leste Universitário - CEP: 74.060-155
Curso: Ciências Econômicas
Série escolar: 1º ao 4º
Valor da bolsa: R$ 642
Carga horária semanal: 30h
Horário 8h - 14h
Nº de Vagas: 01
Benefícios oferecidos: auxílio transporte
Atividades desenvolvidas no estágio: protocolar documento; organizar arquivos e materiais de escritório; atender telefonemas; arquivar documentos; prestar apoio nas atividades da gerência financeira e outras correlatas.
BANCO DO BRASIL
Contato: (62) - 3269-6009
Endereço: Rua Umburana - QD52 - Santa Genoveva - CEP: 74.670-150
Curso: Ciências Econômicas
Série Escolar: 5º ao 6º  
Valor da Bolsa: R$ 332,97
Carga Horária Semanal: 30h
Horário de trabalho: 8h às 13h
Nº de Vagas: 1   
Benefícios oferecidos: Auxílio transporte e ticket refeição
 Atividades desenvolvidas no estágio: Elaborar documentos, relatórios, planilhas e formulários diversos; registrar dados em planilhas para consulta administrativa; acompanhar prazos e processos internos; auxiliar os funcionários em outros procedimentos administrativos da regional e demais atividades à área bancária.  

QUALILTATIS
Contato: (62) - 9159-7999 ou pelo e-mail: igormcotto@gmail.com   
Endereço: Av. 136 , N.737 , 20 º Andar - Setor Marista
CEP: 74.000-000 - GOIANIA / GO
Curso: Ciências Econômicas
Valor da bolsa: R$ 300
Horário: 12 às 18h
Nº de Vagas: 01  
Benefícios oferecidos: Auxílio transporte
Atividades desenvolvidas no estágio: auxiliar no mapeamento de processos; padronização de rotinas; acompanhamento de indicações de indicadores de desempenho; apoiar o diretor administrativo financeiro nas diversas atividades administrativas do grupo e demais atividades relacionadas ao curso.

  

Vagas disponíveis em Anápolis
CURINGA DOS PNEUS
 Contato: (62) - 3321-6766 ou pelo e-mail: ctg@curingapneus.com.br
Endereço: Avenida Brasil Norte - Cidade Jardim - CEP: 75080-240
Curso: Ciências Econômicas
Série escolar: 2º ao 6º  
Valor da Bolsa: R$ 611
Carga horária semanal: 30h
Nº de Vagas: 01  
Benefícios oferecidos: Auxílio transporte
 Atividades desenvolvidas no estágio: elaboração de dados estatísticos financeiros; edição de periódicos técnicos específicos da área; análise cadastral de inadimplentes; controle operacional de filiais centralizadas; auditoria de crédito e cobrança; acompanhamento creditício de clientes cadastrados ativos; acompanhamento e execução de rotinas de cobrança; liberação de crédito; operacionalização de bancos de dados de proteção ao crédito; outras atividades correlatas.

VIGOR
Contato: (62) - 3316-5596 ou pelo e-mail: juliana.castro@ago.jbs.com.br
Endereço: Rua VP 7 D QD: 12 Módulos 15 A 18 – Daia - CEP: 75.132-140
Curso: Ciências Econômicas
Valor da Bolsa: R$ 622,00
Horário de 8h - 12h e 13h - 15h
Nº de Vagas: 01
Benefícios oferecidos: Auxílio transporte e refeição no local
Atividades desenvolvidas no estágio: ICMS E Fomentar; movimentação de entradas e saídas; escrita fiscal; emissão de conhecimentos de transporte; controle de documentos fiscais emissão de informações mensais para órgãos estaduais; controle de movimentações de materiais; emissão de notas fiscais; controle de estoque contabilidade fiscal; apuração de ICMS e IP. 

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6º SEMANA DE ECONOMIA - FACE/UFG

>> sábado, 24 de novembro de 2012


PROGRAMAÇÃO:
28/11/12, 19h - Palestra com Maurício Faganelo (Instituto Pró-Economia)
Coquetel de Abertura

29/11/12, 19h - Palestra com Rámon Vicente Garcia Fernandez (UFABC)

30/11/12, 19h - Palestra com Newton Marques (COFECON)
Coquetel de Encerramento

30/11/12, 14:30h Minicurso: Introdução ao Stata
Obs: Possui pré-requisito

Local: Auditório da Biblioteca Central - Campus II UFG

Inscrições na secretaria da Faculdade de Administração, Contábeis e Economia - FACE/UFG
Minicurso: R$10
Palestras: R$10

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Entre ortodoxos e heteredoxos

>> quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Ao ingressar na faculdade de economia nos deparamos com enormes diferenças entre as linhas de pensamento, a ciência econômica por se tratar de uma ciência social aplicada apresenta uma série de respostas para a mesma pergunta, diferentemente das ciências exatas. Isso permite que a academia seja rodeada de correntes das mais diversas escolas de pensamento, gerando choques de visões. Primeiramente é importante destacar as principais escolas do pensamento econômico: clássicos, neoclássicos, keynesianos, novos keynesianos, monetaristas, austríacos entre outros.

Assim, para todo tema econômico há pelo menos duas opiniões divergentes. Como diz aquela piada sobre economistas “Se você colocar dois economistas em uma sala e pedir sugestões sobre um dado assunto, você terá pelo menos três opiniões distintas”. Para a inflação, por exemplo, um dos temas mais importantes da economia brasileira nas últimas décadas, há uma variedade de explicações. Se a inflação de hoje é meramente o resultado da inflação de ontem, o quê explica esta? Por que são altos os juros no Brasil? O que causa o crescimento econômico? Por que alguns países são ricos e outros são tão pobres? Perguntas para as quais existe uma grande variedade de respostas.

Ampliando o entendimento do caso podemos afirmar que existiriam dois grandes grupos de economistas: os ortodoxos, que seriam aqueles que acreditam que o livre mercado seria capaz de resolver os reais problemas da nossa sociedade, e os economistas heterodoxos – em parte - pensam que o Estado deve atuar de forma mais direta, para os últimos o Estado seria um importante indutor da economia, onde através do planejamento estatal seriam traçadas políticas que visassem não só o crescimento, mas também o desenvolvimento econômico.

Recorrendo ao dicionário, ortodoxia são as doutrinas primeiras, as ditas “verdadeiras”, é comum na academia denominar de "Ortodoxia" as correntes predominantes ao longo de todo o desenvolvimento da ciência econômica (Economia Política Clássica, Escola Neoclássica, Síntese Neoclássica da Teoria Geral Keynesiana, Monetarismo e Novo-Clássico), também conhecida como o mainstream da economia, defendida pelos grandes centros acadêmicos, e "heterodoxia" as correntes de oposição, são as doutrinas seguintes, aquelas discordam da ortodoxia sendo os principais exemplos os keynesianos.

O pensamento ortodoxo segue a linha de criação dos famosos modelos, onde se tenta simplificar a realidade, esta metodologia é considerada a forma mais didática de se explicar o funcionamento da economia. Assim para eles a pesquisa econômica deveria ser pautada na elaboração de modelos que expliquem a realidade. Esta corrente foi a principal responsável por inserir a linguagem matemática na economia, levando a um grande avanço no estudo desta ciência. Assim, entre outras coisas, eles defendem a neutralidade da moeda e a tendência natural ao equilíbrio econômico em pleno emprego. Para estes existe uma força que ajusta o mercado de forma livre, sem a necessidade de pressões do estado, a “mão invisível”. A Teoria do Equilíbrio Geral é um dos pilares da ideologia, segundo a qual o livre funcionamento do mercado, com a flexibilidade de preços e de fatores de produção leva ao ponto de eficiência máxima.

Já o pensamento heterodoxo diverge de forma explícita da abordagem dos ortodoxos, para eles a economia não deve ser compreendida através de modelos “Como não se pode transformar a complexidade das relações econômicas em um modelo anacrônico, o melhor mesmo é não fazer seu uso”. Os economistas ditos heterodoxos, seja de qual corrente, se preocupam mais em humanizar os grandes problemas econômicos, em deixar a formalização matemática em segundo plano, e em defender a multidisciplinaridade entre as ciências sociais para uma melhor observação da vida e da sociedade humana.

Assim se faz a disputa entre economistas, cada qual defendendo o seu lado ferrenhamente, buscando, através do arcabouço teórico que segue levar a economia a um nível de maior desenvolvimento.

Mas existe uma corrente que detêm a verdade absoluta? A resposta possivelmente é não! As linhas de pensamento mostradas no texto apresentam grandes diferenças no modo como veem o mundo, cada uma buscando a melhor forma de solucionar os problemas econômicos da humanidade. Na ciência econômica existem várias verdades, cabe a nós escolher a verdade que melhor cabe a cada situação. Assim, é necessário que o jovem economista se aprofunde nessas questões buscando compreender como se desenrola essa história, tendo grande atenção para o que cada escola defende, escolhendo o pensamento que respeite os conceitos básicos da Teoria Econômica (teoria microeconômica clássica, teoria da macroeconomia keynesiana e os princípios da teoria do desenvolvimento capitalista, que estão de alguma forma presentes em um bom texto de introdução a economia), e que sempre leve em conta as consequências das atitudes tomadas, e como disse Henry Hazlit, "a arte da economia está em considerar não só os efeitos imediatos de qualquer ato ou política, mas, também, os mais remotos; está em descobrir as consequências dessa política, não somente para um único grupo, mas para todos eles".

Rodrigo Daniel Borges de Jesus
Graduando em Ciências Econômicas
Universidade Federal de Goiás - UFG

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SEMINÁRIO DE HISTÓRIA DO PENSAMENTO ECONÔMICO DAS FACULDADES ALFA

>> domingo, 18 de novembro de 2012




Realização: 20 a 23 de Novembro

Local: Faculdades ALFA (Unidade Perimetral) -19:00hs.

Incrições gratuitas pelo site (www.alfa.br) ou e-mail: nathalia.laurias@alfa.br

Programação:

20/11 - A relevância da teoria keynesiana no contexto atual

Prof. Marcelo José Moreira (UEG)
Mestre em Desenvolvimento Econômico

21/11 - Inovações tecnológicas e o desenvolvimento regional

Prof. Nali de Jesus de Souza (PUC-RS)
Doutor em Economia Regional e Urbana

22/11- A Economia Comportamental e sua importância na atualidade

Prof. Anderson Mutter Teixeira (UFG)
Mestre em Teoria Econômica e doutorando em Economia Comportamental e Economia Experimental


23/11 - Desenvolvimento Regional em Goiás: Uma análise a partir do modelo Diamante

Apresentação dos artigos desenvolvidos pelos pesquisadores do MOC ( The microeconomics of competitiveness ) – Parceria ALFA com Harvard.

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